quarta-feira, maio 18, 2005

Bondade em Balde é devolvida em Barril



A visão ética que preside a concepção de sociedade está fora de moda nos tempos que correm, uma vez dominada pelos critérios mercantis, que passaram a definir o que é bom, o que é moral, o que é belo, o que é correcto, o que é possível, o que é verdadeiro, segundo o que dita o jogo de cartas marcadas do mercado.

O povo que está enfiado nas comunidades não quer saber de se instruir, não quer saber de dar lugar aos mais espertos, não quer saber de mudar absolutamente nada, porque não se quer mudar a si próprio.
O povo está acomodado, só quer saber de não ter dores de cabeça, se comer à pála, de figurar no jet set ... e por não saber fazer outra coisa ou participar de novos ambientes não sai , não colabora não … nada!

Demonstrem que por baixo dessa pedra a que chamam coração, existe uma nobreza de carácter, e tenham a consciência que por cada vez que acederem
  • AQUI
  • , estarão a ajudar.

    Desculpem-me a franqueza e não digam que eu sou uma pessoa amarga, não tentem julgar-me.
    Que Deus Nosso Senhor vos perdoe a todos e traga mais contribuições
  • AJUDANDO ALGUÉM QUE PRECISA
  • segunda-feira, maio 16, 2005

    Mais fotos (desta vez liofilizadas)

    Quando o Couto for grande há-de ter uma máquina para adultos.
    Para já, oferece uma lupa a quem necessitar:




    Quem tem mais fotografias que se acuse!

    BEST SELLER



    Fontes seguras revelaram hoje que o PERSUACÇÃO será um Best Seller!!!

    VAMOS DAR GÁS A ISTO

    (a imagem era linda mas perdeu-se)


    Pois agora vamos passar a ter música, cliquem na imagem e ouvirão um excerto dos RED HOT CHILLI WINDOW ...

    Foi cara a festa, pá!


    E o Moura que nem passou factura da venda do livro...

    sábado, maio 14, 2005

    Foi bonita a festa, pá!


    Que pena não ter fotografado a cara do
    Zé Luís quando chegou a Isabel Sá...

    Espero que tenham feito uma boa viagem de regresso a vossas casas.
    E enviem-me as fotografias que tiraram, para juntar a estas (sirvam-se à vontade que o robalo ao sal já está pago... e bem pago).

    sexta-feira, maio 13, 2005

    E CHEGAMOS A 1984...


    Um Poema dedicado pelo nosso querido José Carlos ao grandioso Maia:
    Na Faculdade apareceu
    Há anos um estudante
    Seu coração estremeceu
    Ao fazê-la sua amante

    Este estudante o Maia
    Ficar quieto é que não pode,
    A Faculdade desmaia
    ao olhar o seu bigode.

    O namoro começa então
    O Maia e a Faculdade
    Pedindo primeiro a mão
    À mãe Universidade

    Mas o Maia não afina
    E foge dela ligeiro
    E logo também engana
    O pai, D. João Terceiro

    Como a ela não se amarra
    Foge então para a Democrática
    Pensa logo numa farra
    E numa vida mais prática!

    Quando nas aulas precisa
    Embrulha-se então na capa
    Porque se vem de camisa
    De certeza que não escapa!

    A Faculdade chorosa
    Lentamente apaga a chama
    Como o botão duma rosa
    Do alto da torre clama

    Ó Maia meu traiçoeiro
    O estudante meu "ladrão"
    Levas com um marmeleiro
    Porque me dói com a mão!

    Mas o Maia logo a trocou
    Com rapidez e urgência
    A ela não mais ligou
    E logo se amanhou
    C'um copo na Deligência!

    Ele já está na boémia
    Isto é qu'é um canário!
    Sonha já com a Noémia...
    Dou-lhe um "valor extarordinário"!

    O Ramiro também se balda à última hora...

    ... porque deve ter medo de passar mais uma vez um cheque de "vinte e cinco mil euros" para pagar o almoço, como fez no ano passado:

    "Peço imensa desculpa mas não vou poder chegar a tempo ao almoço. Estou neste momento no estrangeiro e possivelmente por incumprimento das companhias só poderei regressar amanhã durante a manhã.
    Lamento, pois gostaria de poder confraternizar mais um ano com todos vós. Se chegar a Coimbra a tempo ainda irei tomar o café convosco.
    Um abraço para todos
    Ramiro Domingues"


    OK, aparece. Mas pagas o vinho!

    O Extraordinário e Velho Maia não vem...

    ... mesmo com a minha oferta de lhe dar colinho:

    "Lamento mas não vou poder estar no almoço, apesar desse desafio para me sentar ao teu colo não ser de desprezar.
    O que se passa é que a mãe dos meus três filhos tem um congresso em Viana e eu não consegui despachá-los. Como o mais pequeno só tem 1.5 (*) anos a situação afigura-se muito difícil.
    Um grande abraço estendido a todos e uma vénia bem curvada para ti pelo reconhecimento pela organização do encontro,
    O Velho Maia"


    Hás-de querer colinho e não te dou...

    (*) repare-se no rigor economicista do Extraordinário e Velho Maia. Há coisas que nunca se esquecem, como por exemplo... o teorema HOS (Heckscher-Ohlin-Samuelson para os amigos)

    A Delfina não pode vir ao almoço mas escreveu-nos

    "Tenho muita pena, mas não posso almoçar convosco, amanhã.
    Fui operada há pouco à coluna e estou ainda em fase de recuperação.
    Desejo-vos a todos um óptimo reeencontro e um almoço bem agradável.
    Depois, manda notícias do evento."

    Delfina,
    Vê se recuperas a 119% (IVA incluído) para apareceres em forma no próximo almoço.
    Se fores vendo este blog vais sabendo as novidades.
    Tudo de bom para ti, cachopa.