sexta-feira, julho 21, 2006

Vais de viagem e não dizias nada, Isabel Clímaco?


Alguém sabe como se diz «boa viagem, Isabelita» em Húngaro?
Para já:
Adeus! - isten veletek!
Bom para ti - jó neked!
Mulher de sorte - mázlis asszony

quinta-feira, junho 22, 2006

Os jornais não largam o Jorge Catarino!

Diário de Coimbra de hoje:
"Cavaco Silva impressionado com Biocant Park
«Fico ligado a este parque de tecnologia»

[Blá blá blá blá blá... e a dado ponto...] João Pais de Moura fez um discurso onde relevou o plano estratégico de desenvolvimento económico e social levado a cabo por Jorge Catarino em 1998, ou seja, a visão estratégica do ex-presidente da câmara que levou a um rápido processo de desenvolvimento económico que evoluiu, rapidamente, «para um paradigma com enfoque na ciência e na tecnologia». (...)"

terça-feira, junho 06, 2006

A ciência incha mas o amor edifica (1 Cor 8,1) - por João Cardoso

"Pretendo com este texto sustentar que a ciência deveria integrar mais o amor e que o amor deveria integrar mais a ciência.
Começarei por falar da ciência em abstracto para depois analisar o estatuto e o papel dos doutores e, por mim, fazer a apologia do amor.
«A ciência, a ciência, a ciência...
Ah, como tudo é nulo e vão!
A pobreza da inteligência
Ante a riqueza da emoção!»
(Fernando Pessoa)
A ciência burguesa está desconectada da realidade, não sendo a melhor alternativa para a escolástica medieval.
Excessivamente teorizadora, a ciência não simplifica pedagogicamente a realidade, enaltecendo o que é complexo e difícil e não o que é útil e operativo.
A natureza e a sociedade regem-se por leis simples, pois foram criadas por Deus.
Tenho para mim que a massificação desta ciência inacessível é causadora de males modernos como a toxicodependência e o insucesso conjugal, devido ao abandono escolar daqueles a quem Agostinho da Silva chamou Pobre Gente Abandonada.
A ciência burguesa fomenta a intelectualização e a memorização em desfavor da afectividade e da criatividade, não contribuindo para a formação do Homem Integral.
«Ora o feitio especial da doutorice é desatender as realidades,
tudo conceber a priori e querer organizar e reger
o mundo pelas regras dos compêndios.»
(Eça de Queiroz)
Os doutores são uma espécie de casta da sociedade capitalista. Tanto os tecnocratas como especialmente os académicos.
As teses de licenciatura, mestrado, doutoramento e agregação são fonte de individualismo ou mesmo de narcisismo.
Não vigora a Parábola dos Talentos do Evangelho, para já não falar dos Turbo-professores.
A licenciatura é um novo baptismo que faz anteceder o título académico do nome da pessoa.
Sartre via na Biblioteca um Templo, o que explica o seu ateísmo. Tenho para mim que um livro é um homem fechado, ao passo que um homem é um livro aberto. É assim que Fernando Pessoa diz que
«Jesus Cristo não sabia nada de Finanças
Nem consta que tivesse biblioteca»

«A minha maledicência
É simplesmente p'ra aqueles
Que se servem da ciência
Só para proveito deles»
(António Aleixo)
Há Professores que vêem no Ensino um mero pão nosso de cada dia. Ora, o Professor e o aluno devem ter entre si uma relação de paixão amorosa platónica.

Tive uma Professora que falava de uma luta de classes entre Professor e alunos. Tive outro Professor que não queria ensinar tudo o que sabia aos alunos porque não queria concorrência no mercado de trabalho: Bizarro! Aberrante!
A relação Professor - aluno é de complementaridade e deve ser harmoniosa.
Os Professores afirmam do alto da sua cátedra e com pedantaria que os alunos vêm do Secundário com falta de preparação e com poucos hábitos de trabalho. Se assim é, os Professores devem baixar ao nível dos alunos e começar por ensiná-los a estudar.
A sala de aula deve ser como o palco de um concerto musical, com maestro e músicos em consonância.
«Livre-me Deus de negar que os estudantes portugueses
tenham estudado e estudem; mas no genuíno
estudante de Coimbra o amor é mais que o estudo:
o amor à mulher, quero dizer, não o amor à ciência»
(Miguel de Unamuno)
Os estudantes passam pela Universidade na idade de todos os amores: só que se viciam mais no álcool e nas drogas do que se cultivam diletantemente nas artes e nas letras.
A Universidade tem todas as condições para ser um pólo privilegiado da Civilização do Amor de que nos fala a Doutrina Social da Igreja.
Além do amor de que nos fala Miguel de Unamuno, também o serviço social e a luta contra as misérias do mundo devem estar ligados à vida dos estudantes.
Faria um brinde aos estudantes: Que os estudos nunca vos inibam de amar e que os amores nunca vos inibam de estudar.
Falar de amor quase que exige que se cite Florbela Espanca:
«Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais este e aquele, o outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!»

João Cardoso"

terça-feira, maio 23, 2006

Aceito Propostas

Olá queridos colegas,

Estou decidida a vender a minha viatura. É obvio que primeiro irei dar a oportunidade aos colegas, assim e aqui receberei as vossas propostas.

O meu carro é um Lamborghini Murcielago Roadster de 2003, 1º dono com apenas 120.000 km, conforme foto infra.


Os critérios que tenho em conta aquando da aquisição de viatura são critérios rígidos como desgaste do veículo, custos de manutenção, segurança, dirigibilidade, autonomia, consumo de combustível e disponibilidade de peças para reposição. Ora esta viatura respondeu eficazmente às minhas exigências. No entanto, a cor do mesmo não me permite viver com a pacatez que me é inerente, sendo este o único e exclusivo motivo de venda.
Muito brevemente irei adquirir um modelo mais low profile Mercedes – Benz Maclaren.

segunda-feira, maio 22, 2006

O Carlos Carvalho mudou de casa... e de telemóvel

"Olá Paulo
Solicito-te actualização da informação sobre a minha pessoa.
A minha morada e nº de telefone passaram a ser os seguintes:
Rua Manuel de Almeida Vasconcelos, nº 146 - 2º esq
2775-601 Carcavelos
Telemóvel 932642031
Um abraço,
CC"

Já actualizei a ficha de contactos. Ai, se todos os colegas fossem como tu, grande mestre cervejeiro...

domingo, maio 21, 2006

6.500 leitões (e só 10 batatas)!

Comemos 6.500 leitões. É obra!
E, como não somos vegetarianos, apenas debicámos 10 batatas, o que deu em média aproximadamente 0,588235294117647 de batata por pessoa.
Alguns resistentes ainda foram para o Parque Verde do Mondego. O Jorge Catarino, que acha que aquilo é o Parque Desértico (e até disponibilizava umas laranjeiras de inverno do seu quintal para a Câmara de Coimbra, se lhe tivessem dito), fez o pedido em nome de todos ao empregado russo da esplanada:
- Traga-nos qualquer coisa para arrotar.
O resto, fica como recordação para quem foi. Como eu ter relembrado no restaurante uma música minha cantada pela primeira vez no jantar de 5º ano, no restaurante «O Farol» em Ceira, em 1 de Junho de 1983. Pois, como já Camões dizia (e é uma grande verdade, mais que o Teorema H.O.S.):
"Melhor é julgá-lo do que experimentá-lo
E julgue-o quem não pode experimentá-lo"
Espero que todos tenham regressado bem a suas casas. E que quem não pôde vir, no próximo ano venha... e traga um colega também.
Não se esqueçam de pôr o endereço do nosso blog - http://galinheiros.blogspot.com - nos favoritos e de vez em quando visitá-lo. Durante o ano vão saindo notícias da malta... e por volta de Abril começa-se a falar do grandioso almoço anual.

sábado, maio 20, 2006

Já temos 17 inscrições e 9 tampas para o nosso almoço de curso

Local - restaurante «Rui dos Leitões» em Fornos (Coimbra) - ver mapa de localização
Dia - 20 de Maio
Hora - 13h00m

17 inscrições até agora:
> Paulo Moura
> Carlos Martins
> Anabela Marcos
> Daniel Ribeiro
> Isabel
> Fernando Ribeiro
> Mário Nobre
> Carlos Contente
> Paula Magalhães
> Alexandre Nunes
> José Couto
> Zé Luís Cardoso
> Clara Santos (Mimi)
> João Ralha Cardoso
> Madalena Pedrosa
> Jorge Catarino (Sua Excelência o Presidente)
> Diogo Oliveira

9 colegas que não podem ir mas não se esqueceram de nos escrever:
> A Reyna desta vez não pode ir (para grande tristeza do Carlos Martins... e OK, minha também...)
> O Filipe Camelo vai a Sendim comer uma posta mirandesa...
> O Nuno Pessoa não pode estar porque tem outros compromissos de agenda nesse dia.
> O António Simões (Toni) em princípio não poderá estar presente.
> Ramiro Domingues - estava inscrito mas não pode ir.
> O extraordinário Maia, por razões de «agenda doméstica» (por outras palavras, «se vais não voltas a pôr em casa»).
> Carlos Carvalho (por mais que tenha tentado, não consegue vir).
> O Joaquim Guerra bem fez tudo para vir, mas não consegue.
> O Jorge Vaquero idem.

E são os 17 que vou confirmar para o restaurante.
Relembro:
O telefone do restaurante (para quem precisar) - 239 913 377.
O meu telemóvel é 964 021 658.
A localização é esta:

O Vaquero bem tentou até à última...

"Paulo,
Peço desculpa por só agora responder.
Em boa verdade te digo que procurei, até este momento, estar presente no almoço de amanhã, mas não vai ser possível.
Espero que seja um sucesso e conto com a tua «persuacção» para que em 2007 voltemos a ter Almoço de Curso.
Em ti deposito as minhas saudades para todos.
Beijos e abraços para as meninas e abraços e cumprimentos para os meninos.
Jorge Vaquero"

sexta-feira, maio 19, 2006

Lá se foi o Favaios...

"Paulo!
É com alguma tristeza que estou a enviar-te este e-mail porque gostaria de partilhar com o pessoal alguns momentos «saborosos». Estava tudo encaminhado para ir até Coimbra no Sábado e no Domingo ir a Óbidos buscar a minha filha mais velha, que está a participar na final dos Nacionais de Natação do Desporto Escolar. Motivos profissionais obrigam-me a estar aqui amanhã de manhã e depois de almoço vou acompanhar os atletas de Natação do Clube de Natação de Alijó (do qual sou presidente, «tacho» mais bem remunerado que tenho!) a um torneio em Chaves, no qual também participa a minha filha mais nova.
Se estavas a pensar escrever outro livro após o Favaios terás que comunicar à editora o atraso de um ano.
Dá cumprimentos meus ao pessoal e que corra tudo pelo melhor.
Um abraço
Joaquim Guerra"


Paciência, Grande Guerra. Lá ficarei um ano sem escrever um livro (sim, que eu só escrevo a carburar a Favaios!)