"Bom dia Paulo
Tudo bem contigo e com as tuas princesas?
Obrigada pelas sugestões mas não posso participar em nenhuma delas...
Entretanto, e porque Maio já aí se anuncia... como é este ano de almocinho? Ou será que a crise também vai ser convidada? rssr
Pedia-te ainda uma outra coisa: por favor anula o meu outro endereço do portugalmail, porque ficou indisponível há um tempão e nem sequer as fotos do ano passado pude visualizar. Por favor reencaminha-me sempre toda a informação para este endereço e ainda, se não for muito incómodo, relembra-me o(s) nosso(s) blog(s), ok?
Bom fim de semana e até breve (I hope)!
Isabel Sousa (Teixeira)"
Basta tu estares disponível para almoçar e já temos quorum (os dois). Vamos então tratar de fazer uma convocatória. A crise é um belo tema para debater numa almoçarada bem regada!
domingo, abril 19, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
Mais duas ocasiões para visitar Seia
sábado, abril 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Nem tudo são más notícias
Falta fazer muito no ensino superior de gestão em Portugal que dê a merecida importância à argumentação racional e ao pensamento crítico.
Mas o Professor Correia Jesuíno, que me deu a honra de ser co-orientador da minha tese de mestrado, conjuntamente com o Doutor Desidério Murcho, informou-me que se jubilou mas continua com actividade docente, na Universidade Lusófona, em Lisboa:
"Aí intervenho num Mestrado de Comunicação nas Organizações onde introduzimos uma cadeira de Retórica e onde o seu livro consta da bibliografia".
É uma honra, Professor.

Mas o Professor Correia Jesuíno, que me deu a honra de ser co-orientador da minha tese de mestrado, conjuntamente com o Doutor Desidério Murcho, informou-me que se jubilou mas continua com actividade docente, na Universidade Lusófona, em Lisboa:
"Aí intervenho num Mestrado de Comunicação nas Organizações onde introduzimos uma cadeira de Retórica e onde o seu livro consta da bibliografia".
É uma honra, Professor.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Desculpem lá a minha pergunta estúpida
"Klaus Schwab, fundador do Fórum Económico Mundial de Davos, afirmou hoje que a crise financeira mundial fez perder cinco biliões de dólares (cerca de 3,8 biliões de euros) à economia global, que terão que ser repostos pelos contribuintes"
jornal Sol, 27/11/08
Vocês são economistas e decerto me saberão fazer um desenho:
Esse dinheiro todo foi... para um buraco negro?!
___________________________Malinowski - "Segundo algumas leituras da teoria da relatividade de Einstein, nós próprios nos encontramos já dentro dum buraco negro. A ser assim, as perdas do furacão que assolou a economia global são o corolário natural das forças centrífugas que este desencadeou, encontrando-se os ditos biliões num universo paralelo, quiça numa qualquer estrela anã da galáxia «Off Shore»."
Paulo Moura - "Sabes uma coisa, grande Malinowski? Acho que tens toda a razão: nós é que estamos num buraco negro e o dinheiro está fora!"
domingo, fevereiro 01, 2009

Tanto mediatismo tem o Barack Obama que a frase «Yes, we can» se tornou um ícone.
E nós, portugueses, sempre com o nosso ancestral complexo de inferioridade, nem sequer nos apercebemos que temos uma frase tipicamente nossa, no mínimo igualmente interessante e com uma sonoridade muito idêntica a «Yes, we can», que usamos no dia a dia. Mas a banalidade não lhe tira a força. Antes pelo contrário. Senão vejamos um exemplo de aplicação:
E é se... queres!
Sonhas ser professor?
Fazes muito bem. Portugal agradece. Mas...
Passas uma carrada de anos a fazer vida de cigano, de terra em terra, do cu de Judas até à parte de trás do sol posto...
E é se... queres!
As tuas ferramentas de trabalho e os consumíveis, tu é que os tens que comprar que as escolas não tos disponibilizam nem te reembolsam...
E é se... queres!
Durante o tempo que passas na escola não tens um espaço em condições nem recursos disponíveis para preparares as aulas e tens que te desenrascar... normalmente trabalhando em casa, à noite e nos fins de semana...
E é se... queres!
Aceitas que o Governo do teu país destrua a imagem da tua profissão...
E é se... queres!
...
E é se... queres!
...

(a propósito, o Governo tem vários méritos na área da educação: conseguiu unir uma classe que nunca foi coesa... e até os alunos concordam com os professores, como mostraram na manifestação em Coimbra, no passado dia 29 de Janeiro, exigindo "a desburocratização do ensino para que os docentes se possam dedicar às suas tarefas fundamentais: a preparação e concretização das aulas e a avaliação"; entretanto, também tenho que agradecer ao Ministério da Educação a oportunidade que me deu para criar este post e este poster... num dos muitos fins de semana em que não pude sair de casa porque a minha mulher esteve a preparar aulas, materiais para os alunos e testes... e é se quero!)
Publicado originalmente por mim no blog «Persuacção»
domingo, janeiro 25, 2009
«Escolas de Poder»
Vocês leram a revista «Visão» desta semana (de 22 de Janeiro)?
Um artigo fala das «Escolas de Poder». E refere o que nós sabemos por experiência própria:
"(...) os problemas dos portugueses (desemprego, nível de vida, défice) são, cada vez mais, económicos. Os economistas passaram a ser uma classe em ascenção na política. Em especial os que estão ligados à Universidade Católica. (...) a influência da universidade da Igreja, recentemente nomeada uma das 50 melhores business schools da Europa, está a crescer".
Já me envolvi em algumas discussões com colegas formados por outras escolas que menosprezavam a formação dada em Coimbra na FEUC. O diálogo mais delicioso, que me lembre, foi com um camarada de tropa, licenciado em Economia pela Universidade do Porto. Dizia-me ele:
- É muito mais difícil tirar boas notas no Porto do que em Coimbra. No meu curso, a melhor média foi de 16, de uma aluna que era fora de série.
- És capaz de ter razão - disse-lhe eu - só que no meu curso a média mais alta foi de 15. Por acaso foi a minha média. Mas claramente eu não sou fora de série.
E, vinte e cinco anos depois de ter terminado o curso de Economia na FEUC, continuo a preferir, de longe, as «escolas de fazer» às escolas de poder».
Um artigo fala das «Escolas de Poder». E refere o que nós sabemos por experiência própria:
"(...) os problemas dos portugueses (desemprego, nível de vida, défice) são, cada vez mais, económicos. Os economistas passaram a ser uma classe em ascenção na política. Em especial os que estão ligados à Universidade Católica. (...) a influência da universidade da Igreja, recentemente nomeada uma das 50 melhores business schools da Europa, está a crescer".
Já me envolvi em algumas discussões com colegas formados por outras escolas que menosprezavam a formação dada em Coimbra na FEUC. O diálogo mais delicioso, que me lembre, foi com um camarada de tropa, licenciado em Economia pela Universidade do Porto. Dizia-me ele:
- É muito mais difícil tirar boas notas no Porto do que em Coimbra. No meu curso, a melhor média foi de 16, de uma aluna que era fora de série.
- És capaz de ter razão - disse-lhe eu - só que no meu curso a média mais alta foi de 15. Por acaso foi a minha média. Mas claramente eu não sou fora de série.
E, vinte e cinco anos depois de ter terminado o curso de Economia na FEUC, continuo a preferir, de longe, as «escolas de fazer» às escolas de poder».
Passa a outro e não ao mesmo!

Questionário Zinga
Pedido do Ricciulli:
"Caríssimos,
Quando se trata de pedir sacrifícios, a quem nos devemos dirigir?
Racionalmente, em primeiro lugar, seria aos nossos inimigos, depois às pessoas de quem não gostamos, seguidamente aquelas de quem menos gostamos, e por último aquelas por quem temos estima e consideração.
Porém, os primeiros na lista dificilmente iriam colaborar, restando apenas esperança para o último grupo. Portanto, sobra-me tomar uma atitude “irracional” como esta: p.f., ajudem o camarada ZINGA e respondam ao inquérito. Eu já fiz a minha parte, e não demorei muito tempo. Se tiverem mais amigos que possam sacrificar, o Zinga e o Arnaldo Coelho ficariam encantados, e vocês sempre se poderiam vingar da minha partida…
Vamos lá, rapazes, afinal é um ZINGA que chama por nós!
Obrigados e um abraço,
Ricciulli"
Eu já lá fui e não doeu nada.
Ide, ide!
domingo, janeiro 11, 2009
«Nós por cá»...
... vamos indo.
Em Dezembro de 2007, na minha «sétima carta de trás da serra» na revista «Perspectiva», relembrei de forma romanceada uma conversa entre mim e o Alexandre, em 1980, no intervalo entre duas aulas nos «galinheiros» (pavilhões pré-fabricados) da faculdade de economia da universidade de Coimbra. Na «carta», ficou assim:
"Quando na mesma conferência [da Ordem dos Economistas, em Lisboa] se falou dos problemas que se colocam à economia portuguesa, ficou claro que o Estado português está em falência técnica. Isto é uma conclusão minha, que aquela malta não pode dizê-lo, sob risco de terem problemas com a entidade patronal. Aliás, quando depois das primeiras chuvas de Outono fui aos míscaros com a Rosita e o Alex Narigudo, ele viu um «peido da avó», como chamamos por aqui àqueles cogumelos cujo chapéu parece um balão. Como sempre fizemos desde pequenos, pisou-o e aquilo soltou o ar lá de dentro como uma discreta bufa. E o Alex comparou: «Estes peidos da avó são como a economia. Transmitem uma imagem que nos ilude, mas são ocos por dentro».
Por isso, agora nada me admira. Aliás, estou bem preocupado com algo de que quase não ouço falar e que nos afecta praticamente a todos: a Segurança Social já estava com dificuldades de há anos a esta parte porque, diziam, os fundos e as contribuições recebidas não eram suficientes para garantir as pensões de reforma e invalidez da geração actual das pessoas que vêem uma fatia significativa do seu ordenado (11%) irem obrigatoriamente para essa entidade. Ou seja, de um salário de mil euros, por exemplo, 110 euros não recebemos porque a entidade patronal tem que entregar em nosso nome essa verba à Segurança Social. E, "ainda por cima" - aqui aplica-se muito bem esta frase - a entidade patronal ainda tem que pagar mais 237,50 euros. Para quê? Supostamente para termos garantido - diz o Estado - uma pensão quando nos reformarmos... ou em caso de invalidez... ou de desemprego...
Mas, como um desenho humorístico recente resumia sobre o «caso Madoff», dois matulões interrogavam o Bernard L. Madoff:
- Onde é que aprendeu a pagar a investidores antigos com dinheiro de novos investidores?
Encandeado com um foco de luz a apontar-lhe a cara, Madoff responde-lhes:
- Com a Segurança Social!
"Então, Paulo Moura, isto não é nada de novo!" - Pois não, mas já ouviram falar da pancada que os fundos da Segurança Social levaram com esta queda nas bolsas de valores? Sim, sim, o nosso dinheirinho, que a Segurança Social já não podia garantir que chegava para todos, agora ainda minguou mais. E nós, cantamos e rimos?
O Medina Carreira chama os bois pelos nomes. Na entrevista que deu ao «Nós por cá» relembrou que já Rafael Bordalo Pinheiro chamava no fim do século XIX a "porca da política" e a economia era uma "galinha choca". Medina Carreira comparou a política actual a uma "santola só com casca". Eu continuo a chamar a tudo isto "o peido da avó".
_________________________
Texto publicado originalmente no meu blog «Persuacção»
Em Dezembro de 2007, na minha «sétima carta de trás da serra» na revista «Perspectiva», relembrei de forma romanceada uma conversa entre mim e o Alexandre, em 1980, no intervalo entre duas aulas nos «galinheiros» (pavilhões pré-fabricados) da faculdade de economia da universidade de Coimbra. Na «carta», ficou assim:
"Quando na mesma conferência [da Ordem dos Economistas, em Lisboa] se falou dos problemas que se colocam à economia portuguesa, ficou claro que o Estado português está em falência técnica. Isto é uma conclusão minha, que aquela malta não pode dizê-lo, sob risco de terem problemas com a entidade patronal. Aliás, quando depois das primeiras chuvas de Outono fui aos míscaros com a Rosita e o Alex Narigudo, ele viu um «peido da avó», como chamamos por aqui àqueles cogumelos cujo chapéu parece um balão. Como sempre fizemos desde pequenos, pisou-o e aquilo soltou o ar lá de dentro como uma discreta bufa. E o Alex comparou: «Estes peidos da avó são como a economia. Transmitem uma imagem que nos ilude, mas são ocos por dentro».
Por isso, agora nada me admira. Aliás, estou bem preocupado com algo de que quase não ouço falar e que nos afecta praticamente a todos: a Segurança Social já estava com dificuldades de há anos a esta parte porque, diziam, os fundos e as contribuições recebidas não eram suficientes para garantir as pensões de reforma e invalidez da geração actual das pessoas que vêem uma fatia significativa do seu ordenado (11%) irem obrigatoriamente para essa entidade. Ou seja, de um salário de mil euros, por exemplo, 110 euros não recebemos porque a entidade patronal tem que entregar em nosso nome essa verba à Segurança Social. E, "ainda por cima" - aqui aplica-se muito bem esta frase - a entidade patronal ainda tem que pagar mais 237,50 euros. Para quê? Supostamente para termos garantido - diz o Estado - uma pensão quando nos reformarmos... ou em caso de invalidez... ou de desemprego...
Mas, como um desenho humorístico recente resumia sobre o «caso Madoff», dois matulões interrogavam o Bernard L. Madoff:
- Onde é que aprendeu a pagar a investidores antigos com dinheiro de novos investidores?
Encandeado com um foco de luz a apontar-lhe a cara, Madoff responde-lhes:
- Com a Segurança Social!
"Então, Paulo Moura, isto não é nada de novo!" - Pois não, mas já ouviram falar da pancada que os fundos da Segurança Social levaram com esta queda nas bolsas de valores? Sim, sim, o nosso dinheirinho, que a Segurança Social já não podia garantir que chegava para todos, agora ainda minguou mais. E nós, cantamos e rimos?
O Medina Carreira chama os bois pelos nomes. Na entrevista que deu ao «Nós por cá» relembrou que já Rafael Bordalo Pinheiro chamava no fim do século XIX a "porca da política" e a economia era uma "galinha choca". Medina Carreira comparou a política actual a uma "santola só com casca". Eu continuo a chamar a tudo isto "o peido da avó".
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Texto publicado originalmente no meu blog «Persuacção»
segunda-feira, novembro 17, 2008
O Carlos Carvalho já criou a sua empresa

Seven Steps
"Caros Amiga(o)s
Já está “on-line” o site da minha empresa, cujo endereço é www.sevensteps.pt.
Andei a armar a “tenda”, criar a metodologia e elaborar os documentos de suporte.
Agora preciso é de ir à luta e CRIAR CLIENTES.
Acho que muitas pme´s ... até precisam.
No arranque, toda a ajuda é PRECIOSA.
É muito importante, para mim, saber a vossa opinião sobre os “7passos”.
Fico a aguardar os vossos comentários.
Obrigado e
Aquele Abraço.
Carlos Carvalho
PS - Arranjem-me Clientes
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