Vê o título e parte da notícia aqui (é só parte porque o meu scanner não tem o avanço tecnológico de Cantanhede).
sexta-feira, outubro 21, 2005
Ai, se Portugal estivesse com o mesmo clima de Cantanhede!...
Vê o título e parte da notícia aqui (é só parte porque o meu scanner não tem o avanço tecnológico de Cantanhede).
quarta-feira, outubro 12, 2005
Alterações nos contactos
O Filipe Camelo mudou de e-mail.
O Carlos Martins saiu da Revigrés e está agora em Alcobaça, na empresa Coelho da Silva. O telemóvel dele também mudou.
Os contactos foram por isso actualizados.
Espero que o Jorge Catarino se lembre de me mandar o novo contacto dele, já que o que temos é presidente@cm-cantanhede.pt... e ele passou a pasta (ao fadista da fotografia aqui em baixo).
O Carlos Martins saiu da Revigrés e está agora em Alcobaça, na empresa Coelho da Silva. O telemóvel dele também mudou.
Os contactos foram por isso actualizados.
Espero que o Jorge Catarino se lembre de me mandar o novo contacto dele, já que o que temos é presidente@cm-cantanhede.pt... e ele passou a pasta (ao fadista da fotografia aqui em baixo).
terça-feira, junho 28, 2005
sexta-feira, junho 17, 2005
Mestre Domingos Oleiro
Poema declamado por Sua Excelência o Sô Presidente no nosso almoço de robalo ao sal. 
(para veres mais fotos do almoço clica aqui)
Um tal mestre Domingos
Mestre na arte da olaria,
De qualquer barro fazia
As obras de arte mais belas.
Panelas, potes, moringas
Mas sobretudo panelas
tão fortes e tão resistentes
Que as não podiam quebrar
Os pontapés mais valentes.
Levantava-as o oleiro ao ar
Largava-as depois da mão
Mesmo na lage mais dura
E levantava-as do chão
Sem uma beliscadura.
De tal sorte que os fregueses
Que iam levar-lhe o dinheiro
E se juntavam às vezes
Na loja do mestre oleiro
Diziam todos à uma,
É um grande paneleiro
Não há dúvida nenhuma
Ramada Curto
(para veres mais fotos do almoço clica aqui)
Um tal mestre Domingos
Mestre na arte da olaria,
De qualquer barro fazia
As obras de arte mais belas.
Panelas, potes, moringas
Mas sobretudo panelas
tão fortes e tão resistentes
Que as não podiam quebrar
Os pontapés mais valentes.
Levantava-as o oleiro ao ar
Largava-as depois da mão
Mesmo na lage mais dura
E levantava-as do chão
Sem uma beliscadura.
De tal sorte que os fregueses
Que iam levar-lhe o dinheiro
E se juntavam às vezes
Na loja do mestre oleiro
Diziam todos à uma,
É um grande paneleiro
Não há dúvida nenhuma
Ramada Curto
terça-feira, junho 14, 2005
segunda-feira, junho 13, 2005
Até Sempre
quarta-feira, junho 08, 2005
Se Eu Pudesse Voar ...

Quero voar
mas saem da lama
garras de chão
que me prendem os tornozelos.
Quero morrer
mas descem das nuvens
braços de angústia
que me seguram pelos cabelos.
E assim suspenso
no clamor da tempestade
como um saco de problemas
tapo os olhos com as lágrimas
para não ver as algemas...
(Mas qualquer balouçar ao vento me parece Liberdade.)
José Gomes Ferreira
José Gomes Ferreira
quinta-feira, maio 26, 2005
Eu até sou da Académica!
O Benfica demorou tanto tempo, tanto tempo,
para ganhar um campeonato
que o último título ainda era do tempo
em que o Nené tinha um filho!
para ganhar um campeonato
que o último título ainda era do tempo
em que o Nené tinha um filho!
segunda-feira, maio 23, 2005
sexta-feira, maio 20, 2005
Depois Não Digam Que Não Avisei
Chama-se a atenção para este Post, aconselha-se a sua (não) leitura a pessoas sensíveis.
Hoje porque estamos a entrar no período da Ressurreição, leia-se fds, irei falar de Bocage.
Manuel Maria Barbosa du Bocage, pelo tipo de escrita que assume e pela vida extravagante que levou, tornou-se um poeta boémio, satírico e erótico.
A sua poesia é a poesia do mundo, da noite, do corpo, da mulher. Ficou conhecido pelos seus inúmeros amores, retratados na maioria dos versos que escreveu. Acredita-se que Gertrudes foi o grande amor de sua vida, devido à quantidade de poemas a ela dedicados, mas descobriu ao sair da prisão que Gertrude havia se casado com o seu próprio irmão, ganda sacana …
Para começar, cá vai … ESTÃO A TEMPO DE DESISTIR, ok, ok ... como queiram!
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