sexta-feira, maio 13, 2005

Almoço de dia 14 de Maio - 12h45m

Com as presenças confirmadas já parece um casamento:

<22>
Helena Serrano
Alexandre Nunes
Jorge Vaquero
Joaquim Guerra
Paula Magalhães
José Couto
Sua Excelência o Presidente Jorge Catarino
Mário Nobre
Carlos Carvalho
Carlos (des)Contente
Reyna Neves
Clara Santos (Mimi)
José Luís Cardoso
Paulo Carujo
Isabel Sousa
Anabela Baptista
António Simões (Toni)
Daniel Ribeiro
Isabel Sá
Fernando Ribeiro
Paulo Moura
Carlos Martins

E tu, não queres comer um robalo ao sal no restaurante "Taberna" do Parque Verde do Mondego?
Envia-me um e-mail.

terça-feira, maio 10, 2005

COM TODA A CAGANÇA

EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEF RRRR AA AAAAAAAAAAAAAAAA

Recapitulando

Local - Restaurante "a Taberna" no Parque Verde do Mondego
Dia - sábado, dia 14 de Maio
Hora - 12h45m
Como chegar lá - na Avenida da Lousã, logo a seguir ao Parque Manuel Braga (onde, «no nosso tempo» eram as Noites do Parque). Tem parque de estacionamento e o restaurante fica a poucos metros, junto ao rio.
Ementa - entradas, robalo ao sal, água e refrigerantes, sobremesa e café.
Preço - € 35 - vinhos, aperitivos e digestivos não incluídos.
Contacto em caso de emergência - Paulo Moura - telemóvel 964 021 658
Nº de colegas inscritos até agora - 24

segunda-feira, maio 09, 2005

Referendo ao vinho

Colegas,

A gerência do restaurante "a Taberna" bem me tramou: quando fiz a primeira reserva, fiquei com a ideia (e anotei) que o preço incluia entradas, robalo ao sal, bebidas (água, refrigerantes, cerveja e vinhos), sobremesa e café (os aperitivos e digestivos seriam pagos à parte). Isto pelo preço de € 35.
Ontem telefonei para dizer que seremos 20 pessoas e para recapitular a matéria. E fiquei a saber que «o preço de € 35 não inclui os vinhos, que são pagos à parte».
O vinho branco da casa custa € 7,50 por garrafa. Outros vinhos poderão ser servidos à lista.
Assim sendo, a despesa terá que ser dividida por todos, no final, e vai depender do vinho que bebermos.
Assim sendo, caso alguém não esteja disposto a esta despesa suplementar, compreenderei que cancele a sua inscrição. Mas preciso saber isso até amanhã, dia 10, sem falta.
A minha opinião? Que se lixe a taça... desde que haja vinho.

Daniel Ribeiro - "Este referendo coincide com o referendo sobre o almoço. Corres o risco de alguém dizer sim ao vinho e não ao almoço. Considero o problema pertinente, mas escusa de ir à AR ou mesmo ao Presidente. Delego em ti a decisão, pois nem que seja só para beber um copo de vinho... lá estaremos."

Extraordinário Maia - "Não posso ainda confirmar-te a minha presença que não depende, naturalmente, do vinho a mastigar."

Carlos Martins - "Pronto... só podemos beber uma tacita!!! Posso levar o cantil? É claro que temos de abrir um bocadito mais os cordões à bolsa... mas um dia não são dias. Eu voto «sim» no vinho."

Isabel Sá - "Eu não bebo vinho, mas só pelo prazer de vos rever a todos, digo eu: Que se lixe o preço, bora lá."

Fernando Ribeiro - "Os problemas do país têm a ver com a água e não com o vinho. Assim, presente com qualquer vinho."

sábado, maio 07, 2005

A Sua Excelência o Presidente


Este jovem é jogador
Dum estilo muito felino
Era outrora o goleador
Do Estádio do doutor Lino

Dormir é cá com ele
E a comer é alarve
Ó Maria não te rales
Chega sempre às aulas tarde.

Gosta muito de rissóis
Pois é um grande glutão
Já estão quatro encomendados
E ainda tem mais um à mão.

Namorar não é ofício
Muito menos profissão
Demoraste mas caíste
Na casa do Zé Tostão

Passam as raparigas e o tal
Mira-as com muita atenção
"Isto é que é material
Já estou a ficar doidão".

Não percas tempo leitora
Em quereres deitar-lhe a mão
Pois traz a João metida
Lá dentro do coração.

Este rapaz meu amigo
Do signo de Escorpião
Não perde nada que eu digo
Sem tirar a conclusão!

sexta-feira, maio 06, 2005

Abençoados colegas...

... que mudam de residência e não dizem nada.
Alguém sabe onde moram agora o Carlos São Martinho, a Aldina Esteves e o Fernando Baltazar (de Guimarães)?
As cartas vieram devolvidas por "morada inexistente" ou "mudou-se"...

quarta-feira, maio 04, 2005

Queres comprar o meu livro?


Que pinta! Saiu agorinha da tipografia, quentinho e a fumegar, o livro das edições Sílabo que escrevi com base na minha tese de mestrado: «Persuacção - o que não se aprende nos cursos de gestão».
O livro vai começar agora a estar à venda nas livrarias: PVP = € 16.90 (IVA incluído).
Se quiseres, posso enviá-lo para tua casa, à cobrança. Basta que me envies um e-mail para jpcpmoura@gmail.com e me indiques a tua morada para envio.
Se fores ao almoço dia 14, vou levar alguns exemplares (já que com o almoço só perco dinheiro, com esta obra vou ficar rico ).
Estou tão contente. Agora vou a correr para o sótão e abrir a janela para lançar o livro.

terça-feira, maio 03, 2005

Carlos Faia São Martinho


No rancho de Silvares a dançar
O Carlos S. Martinho
Ao Barco vai namorar
Sua Tina com muito carinho

Do C.A.C. “já” é teórico
Do seu Sporting eufórico
Quando joga futebol fica cansado
De “tanto” correr parado

A vida não é só cerveja
Não te metas em precipícios
Acaba mas é o curso
Deixa-te lá de vícios

Acaba mas é com a borga
O curso não é brincadeira
Se te quiseres ir embora
Manda fechar o MADEIRA.

Fuma demais é uma pena
Do maço só deixa a prata
Depois a jogar à bola
Deita a língua de fora

Quando os exames apertam
Parece ser do Biafra
Fica uma grande pilha de ossos
Para aguentar com a safra.

"Robalo ou Sal?" - questiona o (des)Contente

"Senhor Paulo Moura:
Tenho estado a assistir, desde o pretérito dia 27 de Abril, a uma sequência de mensagens electrónicas algo confusas (é robalo? é tibornada? é a sete? é a catorze? é à beira rio? é pró campo? é muita gente? somos poucos?)...
Não querendo imiscuir-me no assunto e seguindo a máxima "deixós poisar", pois então aqui estou a dizer presente.
Não posso deixar de assinalar a sua meritória preocupação com o que a malta vai mastigar (é robalo?... é tibornada?... é tibornada?... é robalo?... Meu Deus! Faço um referendo?... não, eles que decidam!).
No entanto, devo alertá-lo para as consequências imprevisíveis que o desleixo relativamente ao que se há-de beber (trotil?) pode trazer.
A título de exemplo, e para o senhor ver o estado a que a coisa chegou o ano passado, o Zé Couto, em acto de desespero, passou a acompanhar a tibornada com água do luso, sujeito a uma paragem de digestão; eu, pondo em risco a minha saúde e o futuro dos meus filhos, arrisquei beber 3 ou 4 copos daquele "vinho da casa", o qual ainda hoje estou para saber se não me fez mal; o Carlos Carvalho foi obrigado a ingerir cerveja da concorrência o que, como compreenderá é inadmissível.... resumindo, pois não quero maçá-lo mais, uma desgraça completa.
Assim, rogo-lhe por tudo o que lhe é de mais sagrado, investigue a qualidade do líquido, e caso a coisa lhe cheire ao azedo, tome medidas, reclame, adjudique, avise (poderemos eventualmente fazer renascer o culto do velho palhinhas).
Enfim... faça alguma coisa, que é para isso que a gente lhe paga.
Sempre a considerá-lo.
Carlos Contente"

domingo, maio 01, 2005

Anabela Bello Baptista


Quem mais consiga dormir
Impossível encontrar
Às vezes são três da tarde
E a Anabela a ressonar!

Mas quando o sono não vem
Ninguém a pode obrigar
E vêm as noites em claro
Sem olho poder pregar

A Anabela que eu sei
Leva as coisas muito a peito
E as confidências guarda
Para um professor de Direito

A moda é para ela
Coisa de muita acuidade
Cuida bem da sua linha
E consegue-o, é bem verdade!

Nesta era tecnológica
Tem um senão que lhe infiro
Não anda de elevador
Nem que a matem a tiro!!!